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» Pepitas Bíblicas:
27.5.09

Alexandra oro por ti

xaninha No seguimento das notícias que têm vindo a público acerca da decisão judicial que obrigou à retirada da pequena Alexandra à família de acolhimento, com quem estava desde os 17 meses, e a sua extradição para o país de origem da sua mãe biológica, assistimos desde então a uma onda de manifestações contra a incúria de juiz.

Nesse sentido um grupo de cidadãos decidiu recolher o máximo de assinaturas possíveis para reencaminhar às diversas instituições governamentais nacionais e estrangeiras, com o objectivo de apoiar a família que a acolheu até então, e de algum modo manifestar o seu descontentamento com tal decisão.
A extradição é a entrega de um indivíduo acusado de um crime no seu país de origem e refugiado em país estrangeiro, ao governo do país em que por direito, deve ser julgado ou punido e que, para este fim, o reclama (Dicionário da Língua Portuguesa, Dicionários Editora, Porto Editora, 1996).

Ora, a Alexandra não cometeu qualquer crime, não é refugiada, pois nasceu em Portugal, em Braga, nem devia ser obrigada a ir para um país estrangeiro.
Estamos unidos nesta causa, porque a Alexandra nasceu não por vontade dela, mas tem de viver na vontade dela. É o mais alto respeito e direito de um qualquer cidadão.
Nós, adultos, apenas estamos para os orientar. E isso era o trabalho dos pais que a acolheram: vestir, sarar, alimentar, cuidar e amar. E fizeram-no muito bem.
Não estamos a pedir nada pelos os pais, ou para a mãe biológica, ou seja para quem for.
Apenas estamos a pedir pela Alexandra.

Queremos de volta a nossa Alexandra e mostremos assim a nossa indignação pela decisão arbitrária de um juiz que condenou a Alexandra ao degredo!

1 comentários:

Jonithu disse...

Infelizmente é mais um caso a somar a outros milhares que se passam pelo mundo. Mundo este que violenta crianças, mulheres, velhos ou jovens.
Quando estas decisões são tomadas sem um estudo pormenorizado dos dossiers acompanhados por psicólogos, acabam sempre assim.

Espero que as autoridades Russas, já avisadas, acompanhem esta criança e a protejam desta mãe desleixada, para não dizer anormal.

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