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» Pepitas Bíblicas:
13.7.09

Deficientes…

deficiencias Deficiente

É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Louco

É quem não procura ser feliz com o que possui.

Cego

É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo

É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

Mudo

É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico

É quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético

É quem não consegue ser doce.

Anão

É quem não sabe deixar o amor crescer.

Miserável

E finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

@autor anónimo

20.6.09

Igrejas cheias de pessoas vazias

igrejas_business Embora muitas igrejas estejam cheias, inúmeras pessoas ali parecem continuar vazias de sentido de viver.

Recentemente, ouvi o pastor Carlos Alberto Bezerra, dirigente da Comunidade da Graça, falar que há muitas igrejas cheias de pessoas vazias. Uma frase de forte impacto e com muita razão. Ele falava de igrejas que não vivem o sadio Evangelho.

Tenho observado que há mesmo muitas igrejas cheias – considerando aqui igreja como o espaço nobre da vivência do sagrado. É claro que Jesus não morreu pelo espaço e pelos objectos que estão nesse espaço. Mas tenho também observado que, embora muitas igrejas estejam cheias, inúmeras pessoas ali parecem continuar vazias de sentido no viver. Em vez de entregarem não só a alma para Jesus, ainda não lhe entregaram tudo o que têm (negando-se a si mesmas, conforme Lucas 9.23). Antes, estão buscando um Deus de avental, pronto a servi-las com todas as benesses celestiais e principalmente materiais.

São pessoas que não estão dispostas a buscar o arrependimento, o perdão, o abandono de uma vida egoísta e consumista dos bens e riquezas, que foram mal nos negócios, no emprego, que não souberam planejar sua vida e recursos e agora estão na pior. Então, buscam o Deus-panaceia, o Deus-resolve-tudo, tipo um consertador, uma espécie de “clínico geral”.

Muitos líderes e igrejas são oportunistas, pois o mundo, estando cheio de pessoas com esse perfil, fornece os clientes potenciais para rechear o caixa da igreja e seus bolsos. Por meio da pregação de um evangelho antropocêntrico, despido da verdade bíblica, transformam Deus em mercadoria de bom preço. Estão dispostos a pôr o Senhor para trabalhar para você a um custo inicialmente baixo, mas, se feito um balanço, o custo será alto, não apenas financeiro, mas também quanto ao que de mais importante existe na vida – a perda de seu significado.

Outro dia, recebi um e-mail de uma pessoa que frequenta uma igreja assim, ela estava desiludida, pois já havia gasto tudo o que tinha e nada conseguiu resolver de sua vida. Caiu no conto do “vigário”, desculpem-me, no conto do “pastor”!

A realidade é que as pessoas estão vazias não porque estejam desempregadas, com saldo devedor, com enfermidades, com a perda de um ente querido. Estão vazias porque o buraco dentro de suas vidas é do tamanho exacto de Deus, o vazio é a perda de sentido na vida, de objectivo em viver.

Jesus disse “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10). Não é porque você entregou a vida a Jesus, que adquiriu a imunidade a vírus, bactérias, morte, perda de emprego, etc. Como nova criatura, você vive, não mais você, mas Cristo vive em você (Gl 2.20), ele é quem vai dar significado à sua vida, a visão de mundo agora é outra, os bens são meros acessórios, muitos deles dispensáveis, você vai buscar um estilo simples de viver, por isso é possível dizer “Em tudo dai graças” (1Ts 5.18).

Uma vida grata é uma vida cheia de sentido.

 

Lourenço Stelio Rega

12.6.09

Sinais de guerra no mundo…


Sinais de esperança em Cristo!

O Mundo voltou de uma forma brutal a manifestar o seu estado natural, a guerra permanente e a promoção do sofrimento.

Os verdadeiros cristãos não devem ser levados pela “boa intenção” de humanistas, pacifistas ou belicistas. Todas as posições quer contra, quer a favor da guerra, enfermam de uma falta grave, pois elas não expõem a nu que a questão essencial pela qual existe guerra no mundo é a existência do pecado.

Mesmo as Igrejas, ditas cristãs, não têm salientado este facto. Omitem às gentes que este mundo está enfermo devido ao pecado.

Sem o fim do pecado, a guerra nunca acabará!

Aliás, o próprio Cristo, na sua segunda vinda, guerreará contra os que se revoltam contra Deus e promovem o pecado. Só lutando contra o pecado a paz poderá existir.

Assim, não cabe aos cristãos lutarem pelas lutas deste mundo entre o “bem e mal” dos critérios dos homens, mas denunciarem que sem Cristo, todos estão debaixo do pecado, logo todos são promotores da guerra.

Além disso, sabemos que as guerras são sinais da vinda de Jesus Cristo, como Rei e Senhor, para IMPOR a paz no mundo

Devemos também saber que a história da humanidade vai decorrer conforme a Bíblia profetiza, até ao dia do juízo do Senhor.

Continuaremos a observar dois aspectos muito importantes:

  • Um reforço da importância dos acontecimentos no médio-oriente, nomeadamente, à volta de Israel
  • O crescimento da última “ressurreição” do Sacro-Império Romano, personificado pela União Europeia, e pelas suas relações com o Vaticano, com a ajuda de parte importante do mundo protestante

Qual deve ser o nosso papel como cristãos verdadeiros?

1) orar e promover sempre a paz

2) anunciar que a Paz definitiva só será possível pela intervenção directa de Jesus Cristo impondo o seu Reino em toda a Terra

3) amar sempre, sem comprometer a verdade que vem de Deus, salientando que só com a resolução do problema do pecado é que a paz será possível

4) saber que a paz começa em nós, na posição e prática que assumimos em relação a nós próprios, à nossa família e à sociedade em que vivemos

5) evitar confusões “pacifistas” que podem levar o cristão misturar-se com credos e práticas que não são de Deus, nomeadamente, com sistemas religiosos idólatras, imortalistas, espíritas, etc.

6) ter uma mensagem optimista em relação ao futuro, pois o Reino de Deus será algo de extraordinário, sem sofrimento, dor ou morte, mas realista em relação ao presente, a Bíblia anuncia tempos difíceis para os dias que antecedem a vinda de Cristo.

OLHEMOS PARA CIMA POIS A VINDA DE JESUS ESTÁ PRÓXIMA! […]

 

:: Leia tudo aqui

30.5.09

Os Mecanismos Malignos (01 de 21)

Vejam este vídeo evangélico que faz parte de uma série, que aborda os mecanismos Satânicos para dominar as nossas vidas. 
A mim fez-me pensar e vem de encontro com aquilo, que muitos Cristãos Adventistas e não só, há muito que sabem.

 

27.5.09

Alexandra oro por ti

xaninha No seguimento das notícias que têm vindo a público acerca da decisão judicial que obrigou à retirada da pequena Alexandra à família de acolhimento, com quem estava desde os 17 meses, e a sua extradição para o país de origem da sua mãe biológica, assistimos desde então a uma onda de manifestações contra a incúria de juiz.

Nesse sentido um grupo de cidadãos decidiu recolher o máximo de assinaturas possíveis para reencaminhar às diversas instituições governamentais nacionais e estrangeiras, com o objectivo de apoiar a família que a acolheu até então, e de algum modo manifestar o seu descontentamento com tal decisão.
A extradição é a entrega de um indivíduo acusado de um crime no seu país de origem e refugiado em país estrangeiro, ao governo do país em que por direito, deve ser julgado ou punido e que, para este fim, o reclama (Dicionário da Língua Portuguesa, Dicionários Editora, Porto Editora, 1996).

Ora, a Alexandra não cometeu qualquer crime, não é refugiada, pois nasceu em Portugal, em Braga, nem devia ser obrigada a ir para um país estrangeiro.
Estamos unidos nesta causa, porque a Alexandra nasceu não por vontade dela, mas tem de viver na vontade dela. É o mais alto respeito e direito de um qualquer cidadão.
Nós, adultos, apenas estamos para os orientar. E isso era o trabalho dos pais que a acolheram: vestir, sarar, alimentar, cuidar e amar. E fizeram-no muito bem.
Não estamos a pedir nada pelos os pais, ou para a mãe biológica, ou seja para quem for.
Apenas estamos a pedir pela Alexandra.

Queremos de volta a nossa Alexandra e mostremos assim a nossa indignação pela decisão arbitrária de um juiz que condenou a Alexandra ao degredo!

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